Como abrir uma empresa no Rio de Janeiro

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O assunto é como abrir uma empresa no Rio de Janeiro? Então esse conteúdo preparado especialmente pelo Gerando Empreendedores certamente será muito útil para você, que está interessado em informações sobre a abertura de empresas no Rio de Janeiro. Segunda maior cidade do país, perdendo apenas para São Paulo, o município oferece inúmeras oportunidades de negócio, e uma delas certamente se encaixa nas suas aspirações.

Com uma forte indústria de turismo, de bens de consumo e petroquímica, uma gigantesca rede de serviços de todos os tipos e um robusto comércio local, a cidade atrai empreendedores e grandes empresários de todo o país e de várias partes do mundo, interessados no mercado carioca. Mas qual é o passo a passo para a abertura de uma empresa na Cidade Maravilhosa? Acompanhe nossas dicas e saiba tudo sobre o assunto.

Depois da cidade de São Paulo, o Rio é o maior município brasileiro. Com uma forte indústria de turismo, de bens de consumo e petroquímica, é no Rio de Janeiro que estão sediados grandes conglomerados.

Informações sobre o Rio de Janeiro

Gerador do segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil -por volta de R$ 329 bilhões registrados em 2016, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – o Rio de Janeiro foi considerada a sexta maior cidade das Américas e 35ª de todo o mundo pelo estudo da City Mayors Statistics publicado em 2007.

Dona de uma indústria de turismo de destaque mundial, que atrai gente dos cinco continentes e em todos os períodos do ano, a cidade carioca sedia grandes conglomerados empresariais. Os destaques são na área de energia (Petrobras), mineração (Vale do Rio Doce), comunicações (Grupo Globo) e telecomunicações (Oi, Tim Brasil, Embratel e Net).

Em 2019, a população da metrópole carioca era de 6.718.903 habitantes, segundo o IBGE, o que significa a segunda cidade mais populosa do país, perdendo apenas para São Paulo. É um dos principais centros financeiros, econômicos, culturais e científicos do Brasil, e a economia local se beneficia disso, gerando inúmeras oportunidades.

A importância política da cidade para o cenário nacional também é extremamente relevante, e é sempre bom lembrar que o Rio de Janeiro foi capital da colônia portuguesa do Estado do Brasil, do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, do Império do Brasil e da própria república, até 1960, quando a sede governamental passou para Brasília.

Cidade Maravilhosa

Na Cidade Maravilhosa o setor de serviços é dono da maior parcela do PIB local. É uma demonstração inequívoca da força desse setor, gerador de renda e de empregos, em sua maioria formado por micro e pequenas empresas. A cidade te, no entanto, o segundo maior polo industrial brasileiro, com refinarias, estaleiros, siderúrgicas, metalúrgicas, petroquímicas, têxteis, gráficas e cimenteiras, entre outras.

Grandes companhias ainda mantém sede na cidade, como a Coca-Cola, a Michelin, a Xerox do Brasil, a Transpetro, a Souza Cruz, a Sul América e tantas outras. O mesmo vale para importantes empresas estatais federais, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), a Eletrobras, a Casa da Moeda, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o IBGE, o Instituto nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Uma robusta indústria turística

É impossível falar do Rio de Janeiro sem destacar sua robusta indústria turística. A metrópole carioca é o principal destino turístico internacional de todo o hemisfério sul e é a cidade brasileira mais conhecida e desejada do mundo. Os principais pontos turísticos do país estão localizados ali: o Corcovado (uma das sete maravilhas do mundo), o Pão de Açúcar e a praia de Copacabana.

Em 2018, a cidade recebeu nada menos do que 1,7 milhão de turistas estrangeiros. Segundo o Governo Estadual, em 2019 a cidade recebeu R$ 14 bilhões por conta da indústria de turismo. Só o Rock In Rio movimentou R$ 1,7 bilhão, e o réveillon R$ 680 milhões. O turismo oferece um sem número de oportunidades de negócio no Rio de Janeiro, reforçando, e muito, a economia local.

Oportunidades no Rio de Janeiro

Com tantas oportunidades e uma economia pulsante, não à toa o Rio de Janeiro é visto como um excelente local para a abertura de empresas. Há toda uma rede de negócios que apoia a indústria local e abastece esse forte mercado consumidor.

Há oportunidades em todas as direções. A indústria que serve ao turismo, incluindo o comércio, continua recebendo investimentos e atenção especial dos governos municipal e estadual. É uma grande geradora de renda, empregos e impostos.

As principais oportunidades encontradas são:

  • Comércio em geral
  • Alimentação fora do lar
  • Food trucks
  • Atividades ligadas ao turismo
  • Marketing digital
  • Prestação de serviços (de todos os tipos)
  • Salões de beleza
  • pet shops
  • Atividades ligadas à saúde

Antes de tudo, o plano de negócios

Você sabe a importância de fazer um plano de negócios ao abrir a sua empresa? Sabe do que se trata? Pois saiba que no Brasil apenas quatro de dez empresas chegam ao quinto ano de funcionamento, e isso acontece por falta de planejamento, entre outros motivos.

O plano de negócios é o primeiro passo para seu negócio dar certo. É nele onde você vai listar todas as questões do empreendimento, do nome à atividade, da descrição dos produtos e serviços aos preços, dos investimentos a serem feitos à viabilidade econômica da empresa, passando pelo estudo de ponto de venda, da concorrência e ações de marketing, entre outras.

A realização de um bom e detalhado plano de negócios é absolutamente relevante para o sucesso do seu novo empreendimento. Descartar essa etapa é um grande erro, que pode custar muito caro mais adiante.

Segmentos para atuação

São quatro os segmentos de atuação que sua empresa poderá atuar:

  • Prestação de serviços
  • Comércio em geral
  • Indústria
  • Agronegócio

A legalização do negócio e os investimentos a serem feitos dependem naturalmente do segmento de atividade escolhida. A burocracia a ser cumprida, principalmente: negócios ligados à saúde, por exemplo, têm que tirar o registro na Vigilância Sanitária, o que não se aplica a uma agência de marketing digital.

No Rio de Janeiro, a prestação de serviços é muito forte e dá suporte a toda indústria e ao comércio local.

A natureza jurídica do empreendimento

Qual será a natureza jurídica do seu negócio? Já pensou nisso? Já conversou a respeito com o seu contador? Trata-se de um assunto extremamente relevante, porque a natureza jurídica define inúmeras questões na abertura de uma empresa.

Cada natureza jurídica segue algumas condições jurídicas e têm suas particularidades. O contador vai lhe explicar detalhadamente sobre isso. As principais são:

  • Sociedade Empresária Limitada: é apta para empreendimentos de prestação de serviços, comércio em geral e para a indústria também. É a natureza jurídica mais utilizada no Brasil e é adotada quando o negócio tem dois ou mais sócios.
  • Sociedade Limitada Pessoal: segue o mesmo caminho, mas é adotada quando há um único dono, sem sócios. Nesse caso, o patrimônio particular do empresário não é afetado para pagar dívidas da empresa.
  • Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli): também é a empresa de um único dono. A diferença para a sociedade limitada pessoal é o valor mínimo do capital social. Nesse caso, são cem salários mínimos vigentes na época da abertura da firma.
  • Microempreendedor individual (MEI): é a opção mais fácil e barata, mas cheia de limitações, como faturamento anual de até R$ 81 mil e contratação de apenas um empregado.

E os impostos? Os regimes de tributação

A questão tributária é muito importante, não é verdade? Afinal, o quanto você pagará de impostos vai influenciar no lucro líquido da empresa. Os principais regimes de tributação são:

  • Simples Nacional (sistema simplificado, com emissão de uma só guia de imposto)
  • Lucro presumido (imposto calculado sobre um lucro presumido)
  • Lucro real (imposto pago sobre lucro real)

Seu contador vai lhe explicar cada regime, qual é o melhor para o seu negócio e como cumprir toda a legislação pagando menos impostos.

O que precisa para a abertura de uma empresa no Rio de Janeiro

Seu contador saberá exatamente quais documentos são necessários para abrir uma empresa no Rio de Janeiro. Os sócios precisam apresentar documento de identidade, além de contrato social e do CNPJ. Antes de legalizar o negócio na prefeitura, é preciso registrar o contato social e fazer o CNPJ na Receita Federal.

É preciso fazer a inscrição municipal e tirar o alvará de funcionamento, ambos junto à prefeitura. São os seguintes os passos, facilitados por serviços online disponibilizados pelo governo municipal carioca.

  • É preciso fazer a consulta prévia de local, por meio do site Carioca Digital. É nessa etapa que você saberá se o imóvel escolhido pode sediar a empresa.
  • Na opção “constituir empresa” no site, serão preenchidas as auto declarações.
  • O pedido de viabilidade é feito no site da Junta Comercial (Jucerja), ou seja, nesta etapa você saberá se o nome escolhido para sua empresa está disponível.
  • O alvará municipal será solicitado junto à prefeitura. O site Carioca Digital oferece todas as informações e serviços sobre o assunto.
  • Dependendo do ramo de atividade, será preciso do certificado do Corpo de Bombeiros. Essa questão poderá ser analisada no site da corporação fluminense. Em alguns casos, é preciso elaborar um projeto técnico, o que torna o processo menos simplificado.

Quanto você vai gastar para abrir empresa no RJ?

Para a abertura de uma empresa é preciso pagar todas as taxas exigidas pela prefeitura local e contratar os serviços de um contador especializado, que irá orientar o empresário e resolver todas as questões burocráticas do processo de legalização, de forma rápida e sem erros.

Para cumprir todas as etapas da formalização, para registro do contrato social, emissão do CNPJ, emissão do alvará municipal de funcionamento e do certificado digital, o empresário gastará algo em torno de R$ 1.400,00.  Dependendo de uma série de fatores, como tipo de empresa e tamanho, o valor a ser gasto com o contador deve ficar em torno de R$ 800,00.

Em média será necessário dispor em torno de R$ 2.200,00 para o processo de legalização. Claro que os valores podem ser diferentes, dependendo da atividade fim da empresa e do seu tamanho.

O Gerando Empreendedores vai lhe ajudar

O trabalho do contador vai muito além da legalização de uma empresa e do gerenciamento contábil propriamente dito. A contabilidade moderna oferece ao empresário uma ampla assessoria contábil, fiscal, empresarial e financeira, com a produção de informações vitais sobre o negócio para a tomada de decisões.

Contar com um especialista na abertura de uma empresa é fundamental, porque além de resolver todas as questões burocráticas, de forma rápida e sem erros, o profissional de contabilidade irá orientar o empresário em relação às opções disponíveis sobre o formato jurídico da empresa.

Como cumprir com todas as obrigações tributárias e pagar menos impostos? Essa é uma das várias questões que o contador ou um bom escritório de contabilidade,  irá responder, auxiliando o empreendedor na abertura de sua empresa. O Gerando Empreendedores é especialista em empreendedorismo e está pronto para lhe ajudar no que for preciso, rumo ao sucesso do seu negócio. Clique agora em “quero falar com um especialista” e conte conosco nesta nova jornada empresarial.

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