Como abrir uma empresa: Passo a passo da abertura de empresa em 2026

Como abrir uma empresa - Imagem de uma contadora especializada em abrir empresas

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Como abrir uma empresa é uma dúvida comum entre brasileiros que sonham em formalizar seu próprio negócio de forma correta, estratégica e juridicamente segura.

Ao decidir empreender, é fundamental entender as etapas que envolvem a abertura de empresa, desde o planejamento inicial até o momento de operar legalmente com um CNPJ ativo.

Formalizar seu negócio é mais do que apenas cumprir obrigações legais — trata-se de garantir segurança jurídica e acesso a benefícios como crédito, emissão de notas fiscais e participação em licitações.

Neste guia completo, você vai entender como funciona cada etapa, o que deve ser decidido previamente e quais documentos e profissionais serão necessários ao longo do processo.

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Por que abrir uma empresa: quais as vantagens de criar um CNPJ

Abrir uma empresa significa formalizar atividades econômicas e acessar vantagens fiscais, jurídicas e operacionais que não estão disponíveis para quem atua apenas como pessoa física.

Ao optar pela formalização, o empreendedor pode reduzir significativamente a carga tributária, quando comparada à tributação aplicada a profissionais autônomos e liberais.

Pessoas físicas que prestam serviços regularmente precisam recolher impostos pelo carnê-leão, utilizando a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física mensalmente.

Nesse modelo, a alíquota pode chegar a 27,50%, além das contribuições obrigatórias ao INSS e, em alguns casos, ao ISS municipal.

Com um CNPJ, o negócio passa a operar como pessoa jurídica, permitindo o enquadramento em regimes tributários mais econômicos e previsíveis.

O acesso ao Simples Nacional, por exemplo, possibilita alíquotas iniciais menores, especialmente para atividades de comércio e determinados serviços.

Ao compreender essas diferenças, fica claro que abrir empresa não apenas viabiliza um projeto profissional, como também garante economia tributária e sustentabilidade financeira.

Viabilidade do negócio e definição do objeto social

O primeiro passo para abrir uma empresa é verificar a viabilidade do negócio e definir com clareza o objeto social, que descreve a atividade principal da empresa.

A análise de viabilidade envolve pesquisar o mercado, identificar o público-alvo e compreender se há demanda suficiente para justificar a formalização do empreendimento.

Definir o objeto social é essencial para escolher corretamente o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), que determina obrigações fiscais e requisitos legais específicos.

É nessa fase que o empreendedor deve contar com o apoio de um contador para validar se a atividade é permitida no local desejado e se há restrições municipais ou ambientais.

Além disso, o enquadramento correto influencia na tributação, por isso essa decisão precisa ser feita de forma técnica e alinhada com o planejamento do negócio.

Uma vez definida a atividade empresarial, será possível seguir com os registros oficiais e a legalização da empresa junto aos órgãos competentes.

  • Consulte a prefeitura local sobre zoneamento e restrições.
  • Verifique o CNAE ideal com ajuda de um contador.
  • Planeje o faturamento estimado para decidir o regime tributário.

Contrato social e definição da natureza jurídica

O contrato social é o documento que define regras internas da empresa, como atividades exercidas, divisão de cotas e responsabilidades dos sócios.

Essa etapa é essencial para determinar a natureza jurídica do negócio, influenciando diretamente nos regimes tributários e obrigações legais futuras da empresa.

Contratar um contador especializado nessa fase evita erros comuns, como enquadramentos inadequados, que podem gerar restrições fiscais ou impedir o crescimento empresarial.

Para empresas individuais, como MEI ou Empresário Individual, o processo é simplificado, mas ainda exige cuidados na redação do objeto social e nas cláusulas contratuais.

Já sociedades limitadas e demais modelos jurídicos exigem um contrato mais completo, validado pela Junta Comercial e registrado para fins de formalização.

A escolha entre ME, EPP ou outro porte depende do faturamento previsto e da estrutura de capital social definida no documento.

Registro da empresa na Junta Comercial

O registro na Junta Comercial oficializa juridicamente a existência da empresa e valida o contrato social ou documento equivalente perante os órgãos públicos.

Esse processo exige o pagamento de taxas, além da entrega de documentos assinados e aprovados por um contador com conhecimento em legislação societária.

Após o registro, a empresa recebe o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa), que permite dar andamento ao CNPJ na Receita Federal.

A Junta Comercial também exige informações como endereço, natureza jurídica, atividade econômica e capital social, tudo conforme o modelo empresarial escolhido.

Essa etapa é obrigatória para quase todos os tipos de negócio, exceto o MEI, cuja formalização ocorre diretamente na plataforma do governo federal.

Com o NIRE em mãos, o empreendedor pode avançar na legalização fiscal, municipal e estadual da empresa recém-aberta.

Como abrir uma empresa: CNPJ na Receita Federal

Com o NIRE aprovado, o próximo passo é solicitar o CNPJ junto à Receita Federal, informando todos os dados validados na Junta Comercial.

O CNPJ é o documento que identifica a empresa para fins fiscais, sendo exigido para emissão de nota fiscal, abertura de conta e acesso a linhas de crédito.

Essa etapa pode ser feita por meio do sistema Coletor Nacional da Receita, geralmente com apoio técnico do contador responsável pela abertura do negócio.s

Os dados preenchidos devem coincidir com o contrato social, incluindo endereço, natureza jurídica, atividade principal e secundária, bem como regime de apuração fiscal.

Após a aprovação do cadastro, a Receita Federal libera o cartão do CNPJ, que comprova a existência do negócio para transações comerciais e obrigações fiscais.

A abertura do CNPJ é indispensável para a formalização e a atuação legal de qualquer tipo de empresa no Brasil.

Inscrição Municipal, Inscrição Estadual e alvará de funcionamento

Dependendo da atividade exercida, a empresa precisará obter a inscrição municipal e/ou a inscrição estadual para operar legalmente em seu município ou estado.

A inscrição municipal é obrigatória para prestadores de serviços, enquanto a estadual é exigida para comércio ou indústria, vinculada à Secretaria da Fazenda.

Além disso, o alvará de funcionamento emitido pela prefeitura permite que o negócio atue no endereço informado, seguindo normas de zoneamento urbano.

Cada cidade tem critérios específicos para a liberação dessas licenças, exigindo apresentação de contrato social, CNPJ, comprovante de endereço e laudos técnicos.

O contador pode auxiliar nesse processo, garantindo que todos os documentos estejam corretos e atendam aos requisitos de legalização.

Sem essas inscrições e alvará, o empreendimento pode ser autuado, multado ou até mesmo impedido de exercer suas atividades empresariais.

Certificado Digital e emissão de notas fiscais

O certificado digital é um documento eletrônico que permite à empresa assinar documentos e emitir notas fiscais com validade jurídica pela internet.

É obrigatório para empresas optantes por qualquer um dos três regimes tributários existente no Brasil, especialmente as que emitem nota fiscal eletrônica.

O processo de emissão de notas fiscais também depende do credenciamento na prefeitura ou Secretaria da Fazenda, com auxílio de um contador.

Com o certificado instalado, a empresa poderá acessar os sistemas de emissão de notas fiscais, cumprir obrigações fiscais e manter-se regular junto ao fisco.

A ausência desse certificado impede que a empresa atue de forma eletrônica, inviabilizando a formalização completa e a transparência nas transações comerciais.

Além disso, a emissão correta de documentos fiscais reduz riscos de autuações e mantém a empresa em conformidade com as normas legais.

Regime tributário: como escolher o melhor enquadramento

A escolha do regime tributário define como a empresa vai pagar impostos, e precisa ser feita com base no faturamento estimado e na atividade exercida.

Os três regimes disponíveis são Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, cada um com regras, alíquotas e obrigações acessórias diferentes.

Um contador experiente pode simular os impostos em cada regime para indicar qual opção gera menor carga tributária e melhor aproveitamento de deduções legais.

O planejamento tributário é essencial para evitar pagar impostos indevidos e para manter a empresa competitiva financeiramente desde o início das operações.

Empresas com margem de lucro reduzida ou alta folha salarial, por exemplo, podem se beneficiar de regimes mais complexos, como o Lucro Real.

A decisão deve ser tomada no momento da formalização, com base em dados reais e projeções consistentes sobre o modelo de negócio.

Simples Nacional e planejamento tributário

O Simples Nacional é o regime tributário mais adotado por micro e pequenas empresas, oferecendo recolhimento unificado de tributos federais, estaduais e municipais.

É uma opção vantajosa para quem está iniciando, mas nem sempre é o regime mais econômico, dependendo do setor de atuação e da folha de pagamento.

Empresas do anexo V que têm folha de pagamento, incluindo pró-labore, superior a 28% do faturamento dos últimos meses, podendo tributar no anexo III pela regra do fator R.

Por isso, é fundamental contar com o apoio de um contador para fazer um planejamento tributário eficaz, analisando os impactos financeiros de cada regime.

Empresas prestadoras de serviços, por exemplo, devem observar se a alíquota efetiva supera a de outros regimes, considerando o fator R e o faturamento.

Abrir empresa no Simples Nacional exige atenção com obrigações acessórias e limites de receita, sendo fundamental manter a empresa em conformidade para não ser excluída do regime.

Uma análise anual é recomendada para verificar se ainda é vantajoso permanecer no Simples ou migrar para outro enquadramento mais eficiente.

Tipos de empresa para abrir CNPJ no Brasil

Ao abrir um CNPJ, o empreendedor precisa escolher entre os principais tipos de empresa: MEI, ME, EPP, LTDA, SLU ou Sociedade Anônima.

Cada modelo tem implicações legais, fiscais e societárias diferentes, impactando desde a responsabilidade dos sócios até o limite de faturamento.

Com apoio do contador, é possível identificar qual estrutura melhor atende ao perfil do negócio, considerando riscos, exigências e necessidades de expansão.

Empresas individuais têm menos burocracia, mas oferecem menor proteção patrimonial e flexibilidade de crescimento empresarial a médio e longo prazo.

Já sociedades limitadas oferecem mais segurança jurídica, mas exigem contrato social detalhado e maior organização nas obrigações contábeis.

A escolha correta evita complicações futuras e assegura uma formalização alinhada ao planejamento estratégico da empresa.

Microempreendedor Individual (MEI): regras e limites

O MEI é uma opção simplificada de formalização para empreendedores com faturamento anual de até R$ 81.000 e que exercem atividades permitidas pela legislação.

Para quem optar por abrir um MEI, tem a vantagem de pagar um valor fixo mensal de tributos, também o benefício de ter um CNPJ, poder emitir notas fiscais e contribuir para o INSS como autônomo formalizado.

Contudo, o MEI não pode ter participação em outra empresa, nem contratar mais de um funcionário, sendo ideal para negócios individuais de pequeno porte.

Apesar da simplicidade, é importante respeitar os limites legais, evitando desenquadramento ou multas por ultrapassar o faturamento permitido.

Contar com apoio de uma contabilidade para MEI, é possível a se manter em dia com as obrigações e a crescer de forma sustentável.

O MEI também pode migrar para ME se necessário, ampliando as possibilidades de atuação empresarial.

Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP): quando optar

A microempresa (ME) e a empresa de pequeno porte (EPP) são categorias jurídicas indicadas para negócios com faturamento anual de até R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões, respectivamente.

Para quem decidir abrir uma ME ou uma EPP, é possível escolher o Simples Nacional e obter benefícios fiscais, tributários e trabalhistas, além de menos burocracia operacional.

O contador pode orientar qual enquadramento melhor se adapta ao porte, projeções e obrigações da empresa, respeitando as regras da legislação vigente.

Ao ultrapassar os limites do MEI, o empreendedor deve migrar para ME ou EPP, com o devido registro atualizado na Junta Comercial e Receita Federal.

Essa transição permite contratar mais funcionários, expandir atividades e ter mais acesso a crédito e parcerias comerciais relevantes.

Optar pelo enquadramento adequado protege a empresa de penalidades e facilita a formalização de futuras operações.

Obrigações fiscais após a abertura de empresa

Após a formalização, a empresa precisa cumprir uma série de obrigações fiscais periódicas, como emissão de notas, pagamento de tributos e envio de declarações.

As obrigações variam conforme o regime tributário e a atividade, mas incluem guias como DAS, DCTF, DEFIS, SPED e demais relatórios mensais ou anuais.

O apoio de um contador é indispensável para manter a empresa regular, evitar multas e garantir que todos os impostos sejam recolhidos corretamente.

Além disso, é preciso acompanhar eventuais mudanças legais que impactem a tributação ou estrutura da empresa, atualizando cadastros e documentos sempre que necessário.

Manter um bom controle fiscal e contábil é essencial para a saúde financeira, o crescimento sustentável e a reputação do negócio.

O cumprimento das obrigações garante que a empresa se mantenha em conformidade e aproveite todos os benefícios da formalização.

A importância do contador na abertura de empresa

O papel do contador na gestão da empresa é essencial, pois esse profissional contábil é um parceiro estratégico desde o início do processo de abertura de empresa, ajudando na escolha do modelo, regime e estrutura jurídica.

Esse profissional garante que a formalização ocorra de forma correta, evitando erros, atrasos e gastos desnecessários com multas e retrabalhos.

Além disso, o contador acompanha o negócio após a abertura, cuidando das obrigações fiscais, planejamento tributário e orientação para tomadas de decisão.

Empresas que contam com assessoria contábil conseguem manter uma boa gestão financeira e se adaptar com mais facilidade às exigências legais.

Ter um contador também é obrigatório para praticamente todos os tipos de empresa, com exceção do MEI, que pode operar sem contabilidade formal.

O apoio técnico especializado é o que diferencia empresas bem estruturadas daquelas que enfrentam problemas logo nos primeiros meses de atividade.

É importante saber, que existe a possibildiade de trocar de contador, caso você precisar de um escritório de contabilidade especializado no seu segmento.

Agora que você já sabe como abrir uma empresa, fale com o Gerando Empreendedores e conte com contadores especialistas em formalização e legalização empresarial!

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